Nações Estelares

Xrog

Os pequenos Greys de Zeta Reticuli, entre engenharia genética, cultura pop e algumas das histórias mais famosas da ufologia moderna

Os Xrog são uma civilização de Small Greys originária de dois planetas gêmeos conhecidos como Xrog, no sistema de Zeta Reticuli. Descritos como uma sociedade-colmeia altamente tecnológica, aparecem em relatos ligados à manipulação genética, ao antigo Império Nebu e a episódios clássicos da ufologia, incluindo Roswell e a misteriosa figura conhecida como Skinny Bob.
Os Xrog são uma civilização de Small Greys originária de dois planetas gêmeos conhecidos como Xrog, no sistema de Zeta Reticuli. Descritos como uma sociedade-colmeia altamente tecnológica, aparecem em relatos ligados à manipulação genética, ao antigo Império Nebu e a episódios clássicos da ufologia, incluindo Roswell e a misteriosa figura conhecida como Skinny Bob.
Identificação
NomeXrog
Plural ou denominação culturalShamtbahali ; Zeta Reticulans
Nomes alternativos e grafiasXrog; Zeta Xrog
Associações recorrentesRoswell; Skinny Bob; relatos de abdução associados a pequenos Greys; instalações subterrâneas atribuídas ao Himalaia.
CategoriaGreys
Forma corporalHumanoide pequeno e magro, com cabeça grande e olhos negros enormes
Origem e distribuição
Origem alegadaDois mundos gêmeos (Xrog), frios e sem atmosfera respirável, ligados por estruturas artificiais; parte de um sistema descrito com doze mundos, seis habitados e seis usados como recursos.
Sistema estelar associadoZeta Reticuli, sistema binário na constelação de Reticulum.
Constelação observada da TerraReticulum
Distribuição atual alegadaDois mundos gêmeos no sistema de Zeta Reticuli; presença histórica também atribuída à Terra (região do Himalaia), a Phobos e a outros pontos ligados às antigas operações do Nebu e da Aliança dos Seis.
Perfil
AparênciaPequenos humanoides de pele acinzentada, corpo muito magro, cabeça proporcionalmente grande e olhos negros muito grandes; rosto mais ósseo e emaciado do que o de outros pequenos Greys, como os Solipsi Rai; nariz reduzido; mãos com quatro dedos; força física considerada elevada em relação ao pequeno porte. Indivíduos biológicos são descritos usando uniformes negros, com marcações prateadas indicando função ou posição em alguns casos.
Características culturaisOrdem rígida, coletivismo extremo e subordinação do indivíduo à colmeia; sociedade descrita como totalitária, centralizada em uma consciência denominada Mother, à qual os indivíduos estariam conectados por uma rede mental que transmite impulsos e ordens de forma praticamente instantânea; comunicação predominantemente telepática, complementada por sons produzidos na garganta.
Especialidades atribuídasEngenharia genética, hibridização, clonagem e adaptação biológica extrema (incluindo modificações para sobreviver sem atmosfera respirável); operações de abdução e implantação; naves descritas como grandes discos lisos de aparência prateada; estruturas artificiais ligando os dois planetas gêmeos Xrog.
Natureza existencial alegadaFísica, humanoide
Densidade ou dimensão alegada
Contexto galáctico
Organizações associadasImpério Nebu; Aliança dos Seis.
Subgrupos ou ramificações
Linhagem ancestral alegadaConstituição genética com componente insetoide; espécie profundamente modificada geneticamente ao longo de sua história. Descrita em três formas: indivíduos biológicos originais, subespécies híbridas e clones sintéticos.
Relação com a Terra
Relação alegadaAbduções, implantes, programas de hibridização e experimentação genética, além de cooperação clandestina atribuída a setores militares terrestres.
Período alegadoPresença atribuída desde períodos associados aos antigos Anunnaki; instalações posteriores atribuídas ao Himalaia e a Phobos; episódios documentados incluem 1947 (Roswell) e a incorporação à cosmologia de Danaan a partir de 2020 (A Gift from the Stars) e 2022 (The Seeders).
Origem documental
Primeira mençãoElena Danaan
Obra, entrevista ou relatoA Gift from the Stars: Extraterrestrial Contacts and Guide of Alien Races
Data da primeira menção2020
Antecedentes temáticosO arquétipo dos pequenos Greys e a associação de Zeta Reticuli à ufologia são anteriores à obra de Danaan: o caso Betty e Barney Hill (1961), a interpretação de Marjorie Fish e Terence Dickinson (Astronomy, 1974), Roswell (1947), a literatura de abdução de Budd Hopkins (Missing Time, 1981; Intruders, 1987) e David M. Jacobs (Secret Life, 1992), a capa de Communion de Whitley Strieber (1987, arte de Ted Seth Jacobs), o chamado Alien Races Book/“Russian KGB Book of Alien Races” (circulando publicamente antes de 2020, com introdução de Petro & Dante Santori em 2014) e o livro Alien Interview, de Lawrence Spencer (com a figura de Skinny Bob), fazem parte do contexto ufológico com o qual a classificação Xrog passa a dialogar. A própria Danaan reconhece em A Gift from the Stars (p. 75-76) ter usado como uma das bases um documento atribuído aos serviços secretos russos.
Proveniência e verificação
Natureza das informaçõesRelatos contactistas, literatura ufológica e cosmologia extraterrestre contemporânea; sem confirmação científica independente.
Fonte primária contemporânea
Correspondência astronômicaZeta Reticuli é um sistema binário real de duas estrelas semelhantes ao Sol, a aproximadamente 39 anos-luz da Terra, na constelação de Reticulum.
Grau de documentaçãoA identidade Xrog/Shamtbahali é estruturada principalmente na obra de Elena Danaan (A Gift from the Stars, 2020; The Seeders, 2022; Encyclopedia Galactica Vol. I, 2024). Elementos como Greys, Zeta Reticuli, Roswell e narrativas de abdução possuem antecedentes anteriores e independentes, reinterpretados dentro dessa cosmologia.
Principais divergências ou incertezasZeta Reticuli é um sistema estelar, não o nome de uma raça — diferentes povos são associados a ele nas fontes. Shamtbahali é apresentado posteriormente como um nome dado por humanos terrestres, e não como o nome original da estrela ou do povo. Os Xrog também precisam ser distinguidos de outros povos Grey, como os Do-Hu e os Solipsi Rai. A composição da Aliança dos Seis muda ao longo da obra de Elena Danaan: em A Gift from the Stars (2020), a autora identifica o próprio conjunto Nebu/Império de Órion com seis povos — Maytra, Kiily-Tokurt, Eban, Grail, Ciakahrr e Indugutk. Em obras posteriores, essa classificação é reorganizada: Nebu passa a aparecer como um dos seis blocos integrantes, ao lado de Xrog, Kiily-Tokurt, Maytre, Ciakahrr e Solipsi Rai. Para Nações Estelares, adotamos essa formulação posterior como referência atual, preservando aqui a configuração anterior como divergência histórica.
Situação científicaExistência não comprovada; nenhuma evidência científica independente de civilização em Zeta Reticuli.
Última revisão21/08/2026

Poucas figuras se tornaram tão reconhecíveis no imaginário extraterrestre quanto o pequeno ser de pele acinzentada, cabeça grande e enormes olhos negros. Durante décadas, cinema, televisão, livros e relatos de abdução transformaram esse rosto em praticamente um símbolo universal do alienígena.

Mas “Grey” não é necessariamente o nome de uma única espécie. Nas tradições contactistas modernas, diferentes povos podem compartilhar essa aparência sem pertencer à mesma civilização, ter a mesma origem ou agir da mesma maneira. E entre todos eles existe um grupo especialmente ligado a um dos nomes mais famosos da ufologia: os Xrog, associados ao sistema de Zeta Reticuli.

Também associados ao nome Shamtbahali em diferentes momentos da obra de Elena Danaan, eles aparecem conectados a alguns dos temas mais conhecidos — e controversos — da ufologia moderna: Roswell, abduções, experimentos genéticos, consciência coletiva e a presença de diferentes grupos Grey atuando junto à humanidade.

Conhecer os Xrog, portanto, é também começar a descobrir que o universo dos chamados Greys pode ser muito mais complexo do que aquele rosto que todos pensamos conhecer.

Zeta Reticuli não é o nome de uma raça

Antes de conhecer os Xrog, existe uma distinção fundamental: Zeta Reticuli é um sistema estelar, não o nome de uma espécie extraterrestre.

Localizado a cerca de 39 anos-luz da Terra, na constelação de Reticulum, trata-se de um sistema binário formado por duas estrelas semelhantes ao Sol. Mas seu nome se tornou mundialmente conhecido não pela astronomia, e sim pela ufologia.

Uma das raízes dessa história está no caso de Betty e Barney Hill, ocorrido em 1961. Durante sessões posteriores de hipnose, Betty desenhou de memória um mapa de estrelas que dizia ter visto durante sua suposta experiência a bordo de uma nave. Ela própria, porém, não identificou aquele mapa como Zeta Reticuli.

A associação veio depois. A astrônoma amadora Marjorie Fish construiu modelos tridimensionais de estrelas próximas tentando reproduzir o desenho de Betty e propôs Zeta Reticuli como uma possível correspondência. A hipótese ganhou enorme divulgação depois que Terence Dickinson publicou “The Zeta Reticuli Incident” na revista Astronomy, em 1974.

A interpretação foi contestada e nunca se tornou uma identificação astronômica aceita. Mas culturalmente o efeito já estava feito: Zeta Reticuli passou a ocupar um lugar especial no imaginário dos Greys.

Com o tempo, expressões como “Zetas” ou “Greys de Zeta Reticuli” passaram muitas vezes a ser usadas como se descrevessem uma única raça. Dentro da cosmologia de Elena Danaan, porém, isso seria incorreto.

Os Xrog são apenas um dos povos associados a Zeta Reticuli. Outras populações, como os Do-Hu e os Eben de Serpo, também aparecem ligadas a essa tradição e possuem histórias próprias.

É exatamente por isso que, em Nações Estelares, não tratamos “Zeta Reticuli” como uma espécie. Aqui nosso foco é um povo específico: os Xrog.

Antes dos Xrog

Quando Elena Danaan publicou o nome Xrog em 2020, o pequeno Grey já carregava décadas de histórias, imagens e relatos.

Nos anos 1980, autores como Budd Hopkins e David M. Jacobs ajudaram a consolidar a associação entre pequenos Greys, abduções, procedimentos médicos, reprodução e possíveis programas de hibridização. Em 1987, Communion, de Whitley Strieber, acrescentou outro elemento decisivo: o rosto quase sem nariz e dominado por enormes olhos negros criado por Ted Seth Jacobs para a capa se tornou uma das imagens mais reconhecíveis do Grey na cultura popular.

Essas interpretações permanecem controversas e sem comprovação científica, mas mostram algo importante: abdução, genética e hibridização já estavam fortemente ligadas ao arquétipo Grey décadas antes dos Xrog receberem esse nome.

Existe ainda um antecedente muito mais próximo da narrativa que encontramos posteriormente em Danaan. Antes de A Gift from the Stars, já circulava uma compilação conhecida como Alien Races Book, ou “Russian/KGB Book of Alien Races”. Sua alegada origem nos serviços secretos soviéticos nunca foi comprovada de maneira independente, por isso o material precisa ser tratado com cautela.

Nele aparece uma entrada chamada “Zeta Reticulai (aka Shamtbhala)”, associando seres de Zeta Reticuli aos Anunnaki e à criação de uma linhagem com aparência mais humanoide. Alguns desses mesmos elementos reaparecem depois na descrição dos Shamtbahali de Xrog em A Gift from the Stars.

E essa ligação não precisa ser tratada como uma influência escondida. A própria Danaan relata ter recebido e consultado um documento atribuído aos serviços secretos russos durante a preparação de seu catálogo, afirmando que posteriormente o revisou com Thor Han e acrescentou a ele informações provenientes de seus próprios contatos.

O pesquisador Joost, do Galactic Anthropology, também investigou a relação entre esse material anterior e A Gift from the Stars, ajudando a chamar atenção para várias correspondências entre os dois.

Isso não significa que os Xrog sejam simplesmente uma cópia do que veio antes. O nome Xrog, os planetas gêmeos, a consciência-colmeia e grande parte da história específica desse povo pertencem ao desenvolvimento muito mais amplo da cosmologia de Danaan.

Mas uma coisa fica clara: algumas das peças já estavam sobre a mesa antes dela.

Quem são os Xrog?

Em A Gift from the Stars, Elena Danaan descreve os Xrog como uma população de Small Greys, os pequenos Greys clássicos, ligados a dois mundos do sistema de Zeta Reticuli.

Fisicamente, apresentam muitas das características que se tornaram familiares na cultura popular: corpo pequeno e muito magro, pele acinzentada, crânio volumoso e olhos negros extremamente grandes.

Danaan, porém, acrescenta detalhes mais específicos. O rosto dos Xrog seria mais ósseo e marcado do que o de outros pequenos Greys, com uma estrutura facial menos arredondada. As mãos possuiriam quatro dedos, e sua constituição genética teria características que a autora relaciona também a antigas linhagens insetoides.

Apesar da aparência frágil, não seriam fisicamente tão delicados quanto parecem.

Outro detalhe interessante é a roupa. Diferentemente do Grey quase sempre representado nu pela cultura popular, os Xrog biológicos são descritos utilizando uniformes negros, enquanto determinados indivíduos exibiriam marcações prateadas relacionadas à posição ou função que ocupam.

Sua principal forma de comunicação seria telepática, embora também fossem capazes de produzir pequenos sons com a garganta. Mas sua característica mais extraordinária talvez não esteja no corpo, e sim na maneira como pensam.

Uma civilização-colmeia

A sociedade Xrog é descrita como profundamente coletiva. Seus integrantes estariam conectados através de uma consciência-colmeia, formando uma rede mental na qual informações, comandos e decisões poderiam circular de maneira praticamente instantânea.

No centro dessa estrutura existiria uma consciência central, comparável à rainha de uma colmeia. Cada indivíduo continuaria desempenhando suas próprias funções, mas permaneceria mentalmente conectado a uma estrutura maior, da qual dependeria boa parte de sua experiência de identidade e pertencimento.

Não se trata apenas de uma civilização que valoriza a coletividade acima do indivíduo. No caso dos Xrog, a própria experiência de identidade estaria profundamente integrada à rede.

Essa forma de organização, porém, não seria exclusiva dos Xrog. Outros povos Grey descritos na cosmologia de Danaan também funcionariam através de consciências-colmeia, e algumas dessas redes chegariam a formar estruturas coletivas ainda maiores.

Para um ser humano, acostumado a pensar na consciência individual como algo inseparável da própria existência, essa forma de organização pode parecer extrema. Para os Xrog, porém, estar conectado à colmeia seria simplesmente a maneira normal de existir.

Emoções, relações pessoais, autonomia, decisões individuais e até a própria ideia de solidão teriam, portanto, significados muito diferentes em uma sociedade na qual cada integrante funciona como parte de uma estrutura mental maior.

Mundos transformados para sobreviver

Em The Seeders, Danaan apresenta uma conversa que afirma ter mantido com um Xrog biológico capturado pela Federação Galáctica dos Mundos.

Nesse relato, os mundos Xrog são descritos como frios e extremamente hostis, sem uma atmosfera respirável como a terrestre.

Em vez de adaptar o ambiente às necessidades de seus corpos, essa civilização teria seguido o caminho contrário: modificou geneticamente a própria espécie para sobreviver ao ambiente.

Uma das mudanças mais radicais teria sido a eliminação da necessidade de respirar.

A lógica apresentada é pragmática. Uma espécie capaz de sobreviver em ambientes muito diferentes precisaria de menos infraestrutura para colonizar outros mundos, operar em regiões perigosas ou realizar longas missões.

É uma ideia que combina com a imagem geral dos Xrog na narrativa: uma civilização que teria colocado eficiência, adaptação e expansão acima da preservação de sua biologia original.

Até mesmo seus dois mundos seriam conectados por enormes estruturas artificiais, indicando uma sociedade capaz de transformar o próprio ambiente em escala planetária.

Biológicos, híbridos e sintéticos

Uma das maiores fontes de confusão nos relatos sobre pequenos Greys está no fato de seres quase idênticos serem descritos desempenhando funções muito diferentes.

Na cosmologia de Danaan, existe uma possível explicação: nem todo pequeno ser de aparência Grey associado a uma operação Xrog seria necessariamente um Xrog biológico.

Os relatos distinguem indivíduos biológicos originais, subespécies híbridas e clones sintéticos criados para determinadas tarefas. Além disso, diferentes povos Grey poderiam atuar juntos numa mesma operação.

Essas unidades sintéticas poderiam atuar em operações repetitivas, ambientes perigosos ou situações nas quais perder um organismo biológico representaria um custo desnecessário.

Isso cria uma leitura curiosa para relatos clássicos de abdução nos quais testemunhas descrevem pequenos seres praticamente idênticos trabalhando de maneira mecânica enquanto outro indivíduo parece supervisionar o procedimento.

Dentro dessa cosmologia, aquilo que parece um grupo homogêneo poderia, na realidade, reunir seres biologicamente diferentes cumprindo funções diferentes.

E essa distinção se torna particularmente importante quando chegamos a uma das histórias mais famosas da ufologia.

Roswell e o Grey que conquistou o mundo

Em julho de 1947, algo caiu próximo à cidade de Roswell, no Novo México.

A explicação oficial posterior do governo norte-americano relaciona os destroços recuperados ao Projeto Mogul, um programa secreto que utilizava balões para monitorar possíveis testes nucleares soviéticos.

Mas Roswell se transformou em algo muito maior.

Ao longo das décadas seguintes, surgiram relatos sobre corpos não humanos, naves recuperadas, operações militares clandestinas e sobreviventes mantidos sob custódia. Nenhuma dessas versões foi comprovada de maneira independente, mas o episódio se tornou provavelmente o caso de suposto acidente extraterrestre mais famoso da história.

Dentro da cosmologia de Elena Danaan, os Xrog aparecem ligados diretamente ao episódio. Em sua narrativa mais recente, porém, a história se torna ainda mais específica.

Danaan afirma que teriam sido duas naves Xrog derrubadas no Novo México. Seus ocupantes seriam Do-Hu sintéticos, com uma única exceção: um Xrog biológico, descrito como o capitão que teria sobrevivido e sido capturado pelas autoridades terrestres.

Os Do-Hu não seriam simplesmente “outros pequenos Greys”. Danaan os descreve como uma cultura também originária de Zeta Reticuli e relacionada aos Xrog, posteriormente assimilada e geneticamente modificada pelo Nebu, uma poderosa estrutura de povos Grey ligada a Órion. Dentro dessa narrativa, os próprios Xrog utilizariam unidades Do-Hu sintéticas em determinadas operações.

Roswell, portanto, não seria simplesmente a história de “uma nave cheia de Greys”, mas um episódio envolvendo dois povos diferentes de Zeta Reticuli e diferentes tipos de organismos.

Nada disso altera o que pode ser estabelecido historicamente sobre o caso. A ligação entre Roswell, Xrog e Do-Hu pertence à cosmologia de Danaan e não possui comprovação independente.

O misterioso Domain

Outra narrativa anterior que Elena Danaan aproxima dos Xrog aparece em Alien Interview, livro publicado por Lawrence Spencer em 2008.

A obra apresenta supostas anotações atribuídas a uma enfermeira militar chamada Matilda O’Donnell MacElroy, que teria mantido comunicação telepática com um sobrevivente de Roswell conhecido como Airl.

A autenticidade histórica desse material nunca foi demonstrada, e o livro deve ser tratado como parte da literatura ufológica.

A ligação com os Xrog, porém, é feita pela própria Danaan. Em The Seeders, ela dedica uma seção aos Shamtbahali e ao Domain e apresenta Alien Interview como uma das fontes utilizadas nessa comparação.

Danaan chama atenção para paralelos como pequenos corpos Grey, diferentes tipos de seres atuando numa mesma operação, uma estrutura expansionista e referências a antigas instalações no Himalaia.

Airl também descreve uma organização chamada Domain, que Danaan aproxima do grupo que, em sua própria cosmologia, chama de Nebu, também referido como Dominion em parte de seu material.

Isso não significa que Alien Interview confirme os Xrog, nem que Domain e Nebu sejam necessariamente a mesma coisa. O que temos é algo igualmente interessante: uma autora contemporânea utilizando conscientemente uma narrativa ufológica anterior e reinterpretando-a dentro de uma cosmologia maior.

Dos Anunnaki ao Nebu

As alianças atribuídas aos Xrog também mudam ao longo da narrativa.

Em A Gift from the Stars, os Shamtbahali aparecem ligados aos Anunnaki, inclusive em programas genéticos.

Em The Seeders, porém, o eixo político já é outro. No diálogo atribuído ao Xrog capturado, ele afirma que seu povo não trabalhava mais diretamente para os Anunnaki e indica sua ligação naquele momento com o Nebu.

Na cosmologia de Danaan, Nebu é o nome dado a um antigo império ou coletivo expansionista de povos Grey associado principalmente à região de Órion. Sua estrutura seria liderada pelos Eban de Betelgeuse — um povo de Tall Greys distinto dos Eben de Serpo — e organizada em torno de consciências-colmeia, incorporando ou subordinando outras culturas ao longo de sua expansão. Em parte do material da autora, o Nebu também aparece referido como Dominion.

Dentro da própria narrativa, portanto, as alianças dos Xrog teriam mudado ao longo do tempo. Mais do que uma civilização isolada em torno de duas estrelas distantes, eles aparecem como participantes de uma rede política muito maior.

Os Xrog também integrariam a chamada Aliança dos Seis. A composição dessa organização mudou ao longo da obra de Danaan, mas, em sua formulação posterior, os seis integrantes são apresentados como Nebu, Xrog, Kiily-Tokurt, Maytre, Ciakahrr e Solipsi Rai.

Em materiais anteriores, alguns povos que compunham o Nebu apareciam nomeados separadamente entre os integrantes da aliança. A mudança parece refletir uma reorganização da própria classificação utilizada pela autora ao longo dos anos.

Abduções e programas genéticos

A relação dos Xrog com a humanidade é descrita de maneira bastante diferente daquela atribuída a povos como os Ohorai ou os Laan. Aqui não encontramos principalmente ensinamentos espirituais, intercâmbio cultural ou observação distante, mas abduções, experimentação genética e operações clandestinas.

Como vimos, esses temas não começam com Danaan. Já faziam parte da literatura de abdução décadas antes. A novidade da cosmologia Xrog está em atribuir parte desses programas a um povo específico de Zeta Reticuli, integrando essas atividades a uma estrutura galáctica maior e distinguindo indivíduos biológicos, híbridos e sintéticos.

Em The Seeders, os Xrog aparecem novamente no chamado Repertório dos 22 Genomas, uma lista de contribuições extraterrestres que, segundo a narrativa, teriam participado da formação genética da humanidade terrestre.

Na posição 22, denominada “Grays”, aparecem reunidos vários povos Grey, entre eles os Xrog.

É importante notar que essas 22 posições não correspondem necessariamente a 22 espécies individuais. Algumas entradas agrupam diferentes povos dentro de uma mesma categoria genética.

Naturalmente, não existe comprovação científica de que populações extraterrestres tenham participado da formação genética humana. Estamos acompanhando aqui a lógica interna da cosmologia apresentada pela autora.

Shamtbahali: um nome com uma história

Xrog não é o único nome pelo qual esse povo aparece. Em diferentes momentos da obra de Elena Danaan encontramos também a denominação Shamtbahali.

O termo possui uma sonoridade imediatamente familiar para quem conhece a tradição de Shambhala, o lendário reino oculto associado às regiões da Ásia Central e do Himalaia.

Como vimos, uma forma muito próxima do nome já aparecia ligada a Zeta Reticuli no Alien Races Book. Dentro da cosmologia de Danaan, porém, existe uma explicação própria para essa denominação.

Em The Seeders, o Xrog interrogado teria afirmado que Shamtbahali não era o verdadeiro nome de sua estrela. O termo teria sido dado por humanos terrestres em razão de uma antiga presença Xrog nas grandes montanhas do Himalaia.

A partir daí, Danaan aproxima essa história da tradição de Shambhala.

Não existe evidência arqueológica reconhecida que relacione extraterrestres a Shambhala ou a instalações Xrog no Himalaia. Mas a conexão é interessante porque une duas tradições aparentemente muito distantes: o antigo imaginário de reinos ocultos nas montanhas e o moderno arquétipo tecnológico dos Greys.

O rosto conhecido e a história desconhecida

Existe algo curioso nos Xrog: antes mesmo de conhecer seu nome, quase todos já conhecemos seu rosto.

O pequeno Grey está presente no cinema, na televisão, em livros, desenhos, videogames e relatos ufológicos há décadas. Tornou-se tão familiar que muitas vezes deixamos de perguntar de onde veio aquela imagem ou quantas histórias diferentes foram reunidas sob ela.

Os Xrog representam uma tentativa contemporânea de dar identidade, origem, cultura e história a uma parte desse enorme arquétipo.

Nada disso possui confirmação científica, mas estudar essas histórias não exige tratá-las como fatos comprovados. Exige separar as fontes, compreender como cada narrativa surgiu e perceber onde diferentes tradições começaram a se encontrar.

Quando fazemos isso, o pequeno Grey deixa de ser apenas um arquétipo do imaginário popular e finalmente ganha um nome: Xrog.

Identificação
NomeXrog
Plural ou denominação culturalShamtbahali ; Zeta Reticulans
Nomes alternativos e grafiasXrog; Zeta Xrog
Associações recorrentesRoswell; Skinny Bob; relatos de abdução associados a pequenos Greys; instalações subterrâneas atribuídas ao Himalaia.
CategoriaGreys
Forma corporalHumanoide pequeno e magro, com cabeça grande e olhos negros enormes
Origem e distribuição
Origem alegadaDois mundos gêmeos (Xrog), frios e sem atmosfera respirável, ligados por estruturas artificiais; parte de um sistema descrito com doze mundos, seis habitados e seis usados como recursos.
Sistema estelar associadoZeta Reticuli, sistema binário na constelação de Reticulum.
Nome histórico alegado (narrativa Anakh)
Constelação observada da TerraReticulum
Distribuição atual alegadaDois mundos gêmeos no sistema de Zeta Reticuli; presença histórica também atribuída à Terra (região do Himalaia), a Phobos e a outros pontos ligados às antigas operações do Nebu e da Aliança dos Seis.
Perfil
AparênciaPequenos humanoides de pele acinzentada, corpo muito magro, cabeça proporcionalmente grande e olhos negros muito grandes; rosto mais ósseo e emaciado do que o de outros pequenos Greys, como os Solipsi Rai; nariz reduzido; mãos com quatro dedos; força física considerada elevada em relação ao pequeno porte. Indivíduos biológicos são descritos usando uniformes negros, com marcações prateadas indicando função ou posição em alguns casos.
Características culturaisOrdem rígida, coletivismo extremo e subordinação do indivíduo à colmeia; sociedade descrita como totalitária, centralizada em uma consciência denominada Mother, à qual os indivíduos estariam conectados por uma rede mental que transmite impulsos e ordens de forma praticamente instantânea; comunicação predominantemente telepática, complementada por sons produzidos na garganta.
Especialidades atribuídasEngenharia genética, hibridização, clonagem e adaptação biológica extrema (incluindo modificações para sobreviver sem atmosfera respirável); operações de abdução e implantação; naves descritas como grandes discos lisos de aparência prateada; estruturas artificiais ligando os dois planetas gêmeos Xrog.
Natureza existencial alegadaFísica, humanoide
Densidade ou dimensão alegada
Contexto galáctico
Organizações associadasImpério Nebu; Aliança dos Seis.
Subgrupos ou ramificações
Linhagem ancestral alegadaConstituição genética com componente insetoide; espécie profundamente modificada geneticamente ao longo de sua história. Descrita em três formas: indivíduos biológicos originais, subespécies híbridas e clones sintéticos.
Povos relacionadosDo-Hu; Eban; Solipsi Rai; Kiily-Tokurt; Maytre; Ciakahrr.
Relação com a Terra
Relação alegadaAbduções, implantes, programas de hibridização e experimentação genética, além de cooperação clandestina atribuída a setores militares terrestres.
Período alegadoPresença atribuída desde períodos associados aos antigos Anunnaki; instalações posteriores atribuídas ao Himalaia e a Phobos; episódios documentados incluem 1947 (Roswell) e a incorporação à cosmologia de Danaan a partir de 2020 (A Gift from the Stars) e 2022 (The Seeders).
Contribuição genética alegadaIncluídos, junto com outros povos Grey, na posição n. 22 entre as contribuições extraterrestres alegadas ao genoma humano.
Origem documental
Primeira mençãoElena Danaan
Obra, entrevista ou relatoA Gift from the Stars: Extraterrestrial Contacts and Guide of Alien Races
Data da primeira menção2020
Antecedentes temáticosO arquétipo dos pequenos Greys e a associação de Zeta Reticuli à ufologia são anteriores à obra de Danaan: o caso Betty e Barney Hill (1961), a interpretação de Marjorie Fish e Terence Dickinson (Astronomy, 1974), Roswell (1947), a literatura de abdução de Budd Hopkins (Missing Time, 1981; Intruders, 1987) e David M. Jacobs (Secret Life, 1992), a capa de Communion de Whitley Strieber (1987, arte de Ted Seth Jacobs), o chamado Alien Races Book/“Russian KGB Book of Alien Races” (circulando publicamente antes de 2020, com introdução de Petro & Dante Santori em 2014) e o livro Alien Interview, de Lawrence Spencer (com a figura de Skinny Bob), fazem parte do contexto ufológico com o qual a classificação Xrog passa a dialogar. A própria Danaan reconhece em A Gift from the Stars (p. 75-76) ter usado como uma das bases um documento atribuído aos serviços secretos russos.
Proveniência e verificação
Natureza das informaçõesRelatos contactistas, literatura ufológica e cosmologia extraterrestre contemporânea; sem confirmação científica independente.
Fonte primária contemporânea
Correspondência astronômicaZeta Reticuli é um sistema binário real de duas estrelas semelhantes ao Sol, a aproximadamente 39 anos-luz da Terra, na constelação de Reticulum.
Grau de documentaçãoA identidade Xrog/Shamtbahali é estruturada principalmente na obra de Elena Danaan (A Gift from the Stars, 2020; The Seeders, 2022; Encyclopedia Galactica Vol. I, 2024). Elementos como Greys, Zeta Reticuli, Roswell e narrativas de abdução possuem antecedentes anteriores e independentes, reinterpretados dentro dessa cosmologia.
Principais divergências ou incertezasZeta Reticuli é um sistema estelar, não o nome de uma raça — diferentes povos são associados a ele nas fontes. Shamtbahali é apresentado posteriormente como um nome dado por humanos terrestres, e não como o nome original da estrela ou do povo. Os Xrog também precisam ser distinguidos de outros povos Grey, como os Do-Hu e os Solipsi Rai. A composição da Aliança dos Seis muda ao longo da obra de Elena Danaan: em A Gift from the Stars (2020), a autora identifica o próprio conjunto Nebu/Império de Órion com seis povos — Maytra, Kiily-Tokurt, Eban, Grail, Ciakahrr e Indugutk. Em obras posteriores, essa classificação é reorganizada: Nebu passa a aparecer como um dos seis blocos integrantes, ao lado de Xrog, Kiily-Tokurt, Maytre, Ciakahrr e Solipsi Rai. Para Nações Estelares, adotamos essa formulação posterior como referência atual, preservando aqui a configuração anterior como divergência histórica.
Situação científicaExistência não comprovada; nenhuma evidência científica independente de civilização em Zeta Reticuli.
Última revisão21/08/2026

Zeta Reticuli em números

Zeta Reticuli é um sistema estelar binário real, localizado na constelação austral de Reticulum, a aproximadamente 39 anos-luz da Terra. Suas duas estrelas, Zeta Reticuli 1 e 2, são muito semelhantes ao Sol e orbitam uma à outra a uma grande distância.

Distância da Terra: ~39 anos-luz
Sistema: binário — 2 estrelas
Constelação: Reticulum
Tipo: estrelas semelhantes ao Sol
Planetas confirmados: nenhum até o momento

Skinny Bob: um Xrog?

Em 2011, um canal anônimo do YouTube chamado ivan0135 publicou uma pequena série de vídeos apresentados como antigos registros militares de seres extraterrestres. Em uma das sequências aparece um pequeno Grey de movimentos sutis e aparência surpreendentemente orgânica, que acabou recebendo dos internautas o apelido de Skinny Bob.

Os vídeos rapidamente se tornaram um dos registros mais conhecidos e discutidos da ufologia na internet. Sua procedência nunca foi comprovada e diferentes análises levantaram dúvidas sobre edição, efeitos visuais e a própria história apresentada pelo canal.

Para nosso artigo existe, porém, uma conexão especialmente interessante: Elena Danaan associa explicitamente Skinny Bob ao tipo Xrog/Zeta, chegando a comparar sua aparência e o uniforme escuro com os pequenos Greys que descreve em seus próprios relatos.

Roswell, 1947: a manchete que virou história

Primeira página do Roswell Daily Record, publicada em 8 de julho de 1947, com a histórica manchete “RAAF Captures Flying Saucer On Ranch in Roswell Region”. Crédito: Roswell Daily Record. Fonte da referência: National Air and Space Museum, Smithsonian Institution.

Em 8 de julho de 1947, o próprio Roswell Army Air Field distribuiu um comunicado afirmando ter recuperado um “flying disc” em uma propriedade próxima à cidade. A notícia ganhou imediatamente as manchetes. Pouco depois, a versão oficial mudou: o material foi apresentado como parte de um balão meteorológico.

Essa mudança rápida de narrativa ajudou a transformar Roswell em um dos casos mais duradouros da história da ufologia. Décadas depois, surgiriam relatos sobre corpos, sobreviventes e naves recuperadas — elementos que não faziam parte das notícias originais de 1947.

Na cosmologia de Elena Danaan, o episódio é posteriormente relacionado aos Xrog e a outros pequenos seres Grey sintéticos.

O maior medo dele era ficar sozinho

Em The Seeders, Elena Danaan relata uma conversa ocorrida no final de 2020 com um Xrog biológico capturado pela Federação Galáctica dos Mundos.

Ao ser questionado sobre emoções, o Grey demonstrou não compreender muito bem a tristeza, mas reconheceu sentir medo. Quando Danaan perguntou o que aconteceria se seu mundo fosse destruído e ele sobrevivesse, a resposta foi inesperada:

seu maior medo seria ficar sozinho, separado da colmeia.

Para os Xrog, a consciência coletiva não seria apenas uma estrutura de comando. Segundo o próprio relato, ela também lhes proporcionaria conforto, força e uma sensação permanente de conexão, como se cada indivíduo fosse parte de um único organismo maior.

É um detalhe pequeno, mas revela algo curioso sobre essa civilização: aquilo que para nós poderia parecer uma perda de individualidade seria, para um Xrog, justamente o que impede a solidão.

Shamtbahali: o nome terrestre dos Xrog

Segundo Elena Danaan, Shamtbahali não seria o nome original dos Xrog, mas uma denominação dada por humanos em razão de antigas instalações atribuídas a esse povo nas grandes montanhas do Himalaia. A autora relaciona essa tradição ao imaginário de Shambhala, o lendário reino oculto associado há séculos às regiões montanhosas da Ásia.

As naves Xrog são descritas como grandes discos prateados, de superfície completamente lisa, sem estruturas externas aparentes. Dentro dessa narrativa, essas embarcações teriam operado a partir de instalações subterrâneas ocultas nas montanhas.

O rosto que definiu o Grey moderno

Em 1987, a capa de Communion, de Whitley Strieber, ajudou a fixar no imaginário popular o rosto do Grey moderno. Pintada por Ted Seth Jacobs a partir das descrições de Strieber, mostrava a forma que hoje reconhecemos de imediato: cabeça ampla, nariz quase inexistente, boca mínima e enormes olhos negros. Embora imagens semelhantes já aparecessem antes na ufologia, foi essa capa que transformou o Grey em um verdadeiro ícone cultural.

Fontes consultadas

1. Elena Danaan. A Gift from the Stars: Extraterrestrial Contacts and Guide of Alien Races. 2020. Principal fonte para a primeira descrição dos Xrog/Shamtbahali, aparência, Zeta Reticuli, uniformes, genética e relações atribuídas à Terra. ↗︎

2. Elena Danaan. The Seeders: The Return of the Gods. 2022. Fonte principal para os planetas gêmeos Xrog, consciência-colmeia, Mother, o diálogo com o Xrog capturado, Shambhala/Himalaia, formas biológicas e sintéticas, Alien Interview e o Repertório dos 22 Genomas. ↗︎

3. Elena Danaan. Encyclopedia Galactica — Volume I: From Andromeda to Canis Minor. 2024. Utilizada especialmente para a formulação posterior da Aliança dos Seis e referências a “Xrog Zeta Reticuli”. ↗︎

4. Elena Danaan. English Video Transcripts. 2020–2022. Compilação Cosmic Library. Utilizada para cruzar nomenclaturas, Zeta/Xrog/Shamtbahali, Roswell e associações feitas pela autora em vídeos e sessões de perguntas e respostas. ↗︎

5. Alien Races Book / Russian Book of Alien Races. Versão pública de proveniência não comprovada. Antecedente documental relevante por apresentar, antes de A Gift from the Stars, a entrada “Zeta Reticulai (aka Shamtbhala)”, além de relações com Anunnaki e linhagens híbridas. A alegada origem governamental/KGB não é tratada como comprovada. ↗︎

6. Galactic Anthropology. “On the Link between the Russian Book of Alien Races and Elena Danaan’s A Gift from the Stars”. 2024. Pesquisa comparativa utilizada para rastrear a relação documental entre o chamado Russian Book of Alien Races e a obra posterior de Danaan. ↗︎

7. Lawrence R. Spencer. Alien Interview. 2008. Fonte da narrativa de Airl e do Domain, posteriormente comparada por Danaan aos Shamtbahali/Xrog e ao Nebu/Dominion em The Seeders. ↗︎

8. Terence Dickinson. “The Zeta Reticuli Incident”. Astronomy, 1974. Referência histórica para a divulgação da interpretação de Marjorie Fish sobre o mapa estelar de Betty Hill e a consolidação de Zeta Reticuli no imaginário ufológico. ↗︎

9. Budd Hopkins. Intruders: The Incredible Visitations at Copley Woods. 1987. Obra clássica da literatura de abduções, referência para procedimentos reprodutivos e hibridização atribuídos a pequenos Greys. ↗︎

10. Whitley Strieber. Communion: A True Story. 1987. Consolidou visualmente, através da capa pintada por Ted Seth Jacobs, um dos rostos mais reconhecíveis do Grey na cultura popular. ↗︎

11. David M. Jacobs. Secret Life: Firsthand, Documented Accounts of UFO Abductions. 1992. Desenvolve a hipótese de um programa sistemático de reprodução e hibridização humano-alienígena, antecedente à cosmologia Xrog. ↗︎

12. United States Air Force. The Roswell Report. Fonte oficial para a investigação posterior da Força Aérea e a explicação que relaciona os destroços recuperados em Roswell ao Projeto Mogul. ↗︎

13. Flores, M.; Saffe, C.; Buccino, A. et al. “ζ¹ + ζ² Reticuli binary system: A puzzling chromospheric activity pattern”. 2018. Fonte astronômica para caracterizar Zeta Reticuli como um sistema binário real composto por duas estrelas fisicamente semelhantes entre si e semelhantes ao Sol. ↗︎

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